RH e Benefícios
Lições do JP Morgan para RH: política interna impacta resultados
CEO do maior banco americano mostra como decisões estratégicas custaram US$ 20 mil per capita. Para RH, vale a reflexão sobre impacto das políticas internas.
Como políticas internas podem custar caro para sua empresa
Segundo Exame, Jamie Dimon, CEO do JP Morgan Chase, acaba de lançar um alerta que deveria ecoar em todos os departamentos de RH corporativo: "Os Estados Unidos deixaram o crescimento sobre a mesa." No novo fórum de política pública do banco, Dimon argumenta que escolhas de política ineficientes custaram US$ 20 mil de PIB per capita a cada americano nas últimas duas décadas.
Para Dimon, os EUA cresceram apenas 2% ao ano quando poderiam ter atingido 3% com políticas mais eficientes. Essa diferença de 1 ponto percentual anual representaria hoje US$ 20 mil adicionais por pessoa. Como ele mesmo resume: "Boa política importa. E muitas vezes é de graça."
O paralelo com políticas de RH corporativo
A reflexão do CEO do JP Morgan, que atende mais da metade dos lares americanos e trabalha com mais de 7 milhões de pequenas empresas, traz uma lição valiosa para líderes de RH. Assim como políticas públicas mal desenhadas sufocam o crescimento econômico, políticas internas inadequadas podem drenar a produtividade corporativa sem que percebamos o custo real.
Quando Dimon afirma que "políticas equivocadas e burocracia excessiva podem sufocar o crescimento e o progresso", ele poderia estar falando sobre processos internos que geram absenteísmo, desmotivação e turnover desnecessário. A diferença é que, no ambiente corporativo, esses custos aparecem disfarçados: na queda de engajamento, no aumento de faltas, na perda de talentos.
Saúde financeira como política estratégica
O JP Morgan Chase opera em mais de 100 países, e essa perspectiva global permite a Dimon enxergar "o que funciona, o que não funciona e onde regulações falhas estão nos freando." Para departamentos de RH, a lógica é similar: empresas que implementam programas estruturados de bem-estar financeiro conseguem mensurar claramente o retorno.
A questão central permanece a mesma, seja falando de política nacional ou corporativa: decisões aparentemente