RH e Benefícios

Por que personalização é chave em programas de bem-estar

Estudo mostra que 70% dos brasileiros preferem conteúdo personalizado. Para RH, isso revela como estruturar programas de saúde financeira eficazes.

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Segundo Exame, uma pesquisa da Siprocal revelou que sete a cada dez brasileiros recebem bem anúncios em seus telefones, desde que o conteúdo seja personalizado. Esse dado de comportamento do consumidor traz percepçãos valiosos para quem estrutura programas corporativos de bem-estar.

O que os números nos ensinam sobre engajamento

Os investimentos em publicidade digital chegaram a R$ 42,7 bilhões em 2025, segundo IAB e Ibope, com 69% direcionados a smartphones. Mais revelador ainda: 31% dos entrevistados apontaram que ofertas foram convincentes, e 27% disseram que o contexto correto pesou para a decisão.

Essa preferência por personalização não se limita ao mundo do marketing. Ela explica por que programas genéricos de benefícios fracassam, enquanto iniciativas personalizadas geram resultados measuráveis em produtividade e retenção.

Como aplicar personalização em programas de saúde financeira

Quando desenvolvemos programas corporativos de bem-estar financeiro, enfrentamos o mesmo desafio: como tornar o conteúdo relevante para cada colaborador? A resposta está na segmentação inteligente.

Assim como o marketing digital usa ferramentas para rastrear preferências do consumidor, podemos mapear o perfil financeiro dos colaboradores através de diagnósticos estruturados. Um funcionário com dívidas no cartão precisa de orientação diferente de outro que busca investir para aposentadoria.

A pesquisa mostra que "quanto mais personalizada é a experiência do usuário, maior é a conversão". No contexto corporativo, isso se traduz em maior adesão aos programas e, consequentemente, melhor ROI para a empresa.

Ferramentas que fazem a diferença

O estudo destaca como "o anúncio deixa de ser uma ação isolada e passa a compor uma comunicação permanente". Programas de saúde financeira corporativa seguem a mesma lógica: não podem ser workshops esporádicos, mas sim jornadas contínuas e personalizadas.

Planejadores financeiros credenciados podem usar essas mesmas técnicas de pe